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domingo, maio 20, 2007

Climas

P.S. Krøyer, Summer Day at the South Beach of Skagen (1884)
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Há dias em que me sinto como a menina do quadro do P.S. Kroyer (pintor dinamarquês).
Um fim-de-semana lindo (bem, começou agora a chover em Lisboa, mas pouco) e eu sem poder ir à água.

quinta-feira, maio 17, 2007

Vilhelm Hammershoi (1864-1916)



Há uns tempos, quando visitei Copenhaga, descobri este pintor dinamarquês, V. Hammershoi. Há dias em que me faz bem ir à procura dos postais que trouxe na altura da DEN HIRSCHPRUNGSKE SAMLING e ficar um bocadinho a olhá-los. Há nos seus quadros qualquer coisa de Vermeer, qualquer coisa de Peter de Hooch, qualquer coisa de Edward Hopper, interiores de silêncio, luz difusa e sombras que tranquilizam.

terça-feira, abril 24, 2007

Max Liebermann

Max Liebermann, "Die Rasenbleiche", Wallraf-Richartz-Museum, Colónia (Alemanha)

Max Libermann foi uma das grandes descobertas desta viagem. Estará certamente entre os melhores pintores alemães, tendo sido também, enquanto homem, uma figura muito interessante e obstinada, capaz até de enfrentar o próprio kaiser. A partir de 1920 tornou-se presidente da Academia de Belas-Artes, lugar que perderia em 1933 devido à sua origem judaica. Morreu dois anos mais tarde, sozinho (a mulher suicidou-se para escapar aos campos de concentração).

sábado, abril 21, 2007

Caspar David Friedrich (Berlim, Abril/2007)

Mulher à Janela (Alte Nationalgalerie, Berlim)
Este é talvez o quadro do Friedrich que mais gosto e um bom exemplo de pintura romântica alemã. Uma mulher de costas (distanciada dos outros, só), à janela (dá sempre aquele efeito de distância/proximidade com o desconhecido), procurando na natureza expressão para as suas emoções mais pessoais.

sexta-feira, janeiro 19, 2007



Os Galgos, c. 1911, Óleo sobre tela, 100 x 73 cmLisboa, Colecção CAMJAP/FCG

Amadeo de Souza-Cardoso

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Amadeo de Souza-Cardoso



Foi um verdadeiro fenómeno de massas esta exposição de Amadeo na Fundação Calouste Gulbenkian. Tão grande que na noite de sábado 13 para domingo 14, a Gulbenkian não fechou portas e ainda assim as filas pareciam não querer diminuir. A foto em baixo foi tirada ao final do dia de sábado, numa altura em que as filas estavam no pico. Para não as enfrentarmos, resolvemos ir ao cinema, jantar, passar por casa para estender uma máquina de roupa e pôr doce de tomate em frascos; quando voltámos à carga, o cenário já era bem diferente (foto de cima, por volta das 5,00h da madrugada de domingo).
Imaginamos, de noite, os quadros às escuras nas salas dos museus. Desta vez, os quadros não conseguiram dormir. E nós também não.